Lavanderias do DF recebe visita da Vigilância Sanitária

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A Vigilância Sanitária visita inspeciona como está a rotina dos funcionários de lavanderias e tinturarias. E orienta empresários e colaborados como evitar contagio

Por : Edivaldo Moreira.

Em virtude da liberação das atividades gradual do comércio no Distrito Federal, inúmeros prestadores de serviços estão reabrindo seus comércios. Portanto a Vigilância Sanitária está divulgado diversas notas técnicas de orientação a estes estabelecimentos. Os mesmos tentam se adequar sobre normas específicas e exigências sanitárias  referente às necessidades de cada estabelecimentos.

Entendam: Referente as atividades de lavanderias, tinturarias e toalheiros, todas as medidas de prevenção e controle devem ser implementadas no recepcionamento das peças têxteis no momento da lavagem, e na entrega ao consumidor. Com tudo já foram fiscalizados 123 comércios até o momento.

A nota técnica destaca ser essencial os cuidados com os profissionais, estrutura, climatização, e equipamentos – e com a limpeza e desinfecção, obviamente. São orientações mínimas a serem seguidas. Se por ventura necessário, outras medidas mais rigorosas não definidas no documento podem ser determinadas para avaliação de casos específicos.

Ao adentrar o estabelecimento, o uso de máscara é obrigatório para todos, inclusive para os clientes – que deverão manter uma distância mínima de dois metros. O uso do autos serviço de lavagem e secagem de roupas está proibido.

Todos os funcionários do setor deverão utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs) tanto no recebimento das roupas dos clientes quanto no processo de lavagem (antes e durante), conforme o risco a que se expõem o contagio.

Com informações da Sra. Márcia Olivé, chefe de fiscalização da Vigilância Sanitária, esse tipo de atividade os colaboradores do estabelecimento e quem corre um risco maior de contaminação, por não ter um controle sobre a origem das roupas.

Durante as fiscalizações, a profissional destaca que há  falha comum exatamente no EPI. As empresas costumam não fornecerem os equipamentos adequados, E quando são disponibilizados os funcionários não utilizam da maneira correta, ressaltou também que na maioria das vezes os (EPIs) são armazenados em local impróprio.

“ O que mais acontece nesse tipo de comércio são falhas com EPIs. São materiais que garantem segurança para todas as etapas. Enfim, nesses lugares, as roupas recepcionadas  não têm informações sobre sua procedência”, Afirma Márcia Olivé.

Baseado na fiscalização em lavanderias comerciais, a Visa-DF já inspecionou lavanderias de hotéis, motéis e hospitais da cidade e regioões. Praticamente todas tiveram uma boa avaliação pelo órgão, precisando apenas de alguns ajustes pontuais. Márcia Olivé ressaltou ainda que os estabelecimentos tem  lavanderias próprias e já estão acostumados a seguir rotina e normas da Anvisa.

Fonte: Aqui News.

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