Ataques infundados ao BRB geram revolta, sob a gestão de Ibaneis Rocha e presidido por Paulo Henrique Costa, o banco cresceu de forma expressiva
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Nos últimos anos, o Banco de Brasília (BRB) passou por uma transformação significativa, saindo de um histórico de escândalos para se tornar um dos maiores bancos do país
O processo de recuperação da instituição foi conduzido sob a gestão do governador Ibaneis Rocha e do presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que implementaram um modelo de governança que trouxe credibilidade e crescimento.
Antes de 2019, o BRB esteve envolvido em investigações de corrupção e má gestão, o que impactou sua reputação e estabilidade financeira. A Operação Circus Maximus, conduzida pela Polícia Federal, revelou um esquema de corrupção enraizado na instituição desde 2014, envolvendo ex-executivos acusados de crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e gestão temerária.
Desde então, a nova administração conseguiu reverter esse cenário, expandindo a atuação do banco e melhorando seus resultados financeiros. Em 2021, o BRB registrou um lucro histórico de R$ 433 milhões e um crescimento de 38,1% em relação ao ano anterior. O banco também ampliou sua presença nacional, atendendo mais de três milhões de clientes e consolidando sua carteira de crédito.
Além disso, o BRB passou a desempenhar um papel social relevante, criando programas como o Supera-DF, que movimentou R$ 8,2 bilhões e beneficiou 155 mil clientes durante a pandemia. O banco também lançou o Acredita-DF, que ajudou a recuperar a economia local ao apoiar pequenos empresários e trabalhadores afetados pela crise sanitária.
Diante desse contexto, as críticas dirigidas ao BRB por grupos políticos e opositores não encontram respaldo nos fatos.
A realidade é que a instituição saiu das páginas policiais para se tornar referência no setor bancário e econômico, reforçando seu papel estratégico para o desenvolvimento do Distrito Federal.