- PUBLICIDADE -

O ASSUNTO É

Jovens do sistema socioeducativo terão formação em cultura e tecnologia

Projeto vai capacitar adolescentes e jovens de até 21 anos com cursos e oficinas nessas áreas, além de oferecer acompanhamento psicológico, jurídico e pedagógico

Adolescentes e jovens de até 21 anos egressos do sistema socioeducativo do DF serão contemplados com o projeto Escola Livre, que tem o objetivo de criar espaços de expressão por meio cursos e oficinas de cultura e tecnologias digitais, além de acompanhamento psicológico, jurídico e pedagógico. O investimento é oriundo do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do DF (FDCA).

A iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) vai beneficiar até 80 jovens egressos do sistema socioeducativo. “O programa de acompanhamento de egressos do sistema socioeducativo é fundamental para auxiliá-los no retorno à convivência familiar e comunitária, além de fortalecer a superação da situação de exclusão social, direcionando-os a um projeto de vida afastado do contexto da criminalidade”, afirma o secretário de Justiça e Cidadania, Jaime Santana.

“O programa de acompanhamento de egressos do sistema socioeducativo é fundamental para auxiliá-los no retorno à convivência familiar e comunitária, além de fortalecer a superação da situação de exclusão social, direcionando-os a um projeto de vida afastado do contexto da criminalidade”Jaime Santana, secretário de Justiça e Cidadania

O público a ser contemplado abrange adolescentes e jovens, excepcionalmente até os 21 anos, egressos de medida socioeducativa de internação, semiliberdade e meio aberto com vistas a estimular o protagonismo juvenil e ampliar a possibilidade de atuação deles nas comunidades e espaços institucionais, além das redes sociais.

Para o subsecretário do Sistema Socioeducativo da Sejus, Demontiê Alves, o projeto colabora para que os adolescentes possam conhecer seus direitos. “Haverá o estímulo a diálogos em torno dos direitos humanos, contribuindo para prevenir as violências sofridas pelos adolescentes e minimizando a possibilidade de reincidência de atos infracionais”, pondera.

As principais ações a serem desenvolvidas serão formação em cultura e tecnologias digitais por meio de dois cursos técnicos: fotografia e produção audiovisual; formação em direitos na perspectiva de educação popular em direitos humanos; saraus e cineclubes com temáticas sobre direitos sociais e direitos humanos; mediação de conflitos, com o objetivo de aproximar os adolescentes e jovens dos princípios e técnicas da mediação e capacitá-los para melhor atuação mediante conflitos individuais, interpessoais e coletivos; conhecimentos relativos a proteção psicossocial, pedagógica e jurídica.

Haverá acompanhamento semanal por equipe multidisciplinar, além de reforço escolar para fortalecer a cidadania, a autonomia e o protagonismo dos adolescentes. Será ofertada bolsa auxílio para custear as necessidades básicas dos participantes, possibilitando, assim, o engajamento dos adolescentes e jovens nas atividades do projeto.

O projeto Escola livre: cultura e tecnologias digitais será executado pelo Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (Cedeca-DF), organização da sociedade civil selecionada por meio do Edital de Chamamento Público nº 02/2020 – CDCA/Sejus.

- PUBLICIDADE -

Últimas

- PUBLICIDADE -

Continue Lendo
Relacionadas

Com apoio de R$ 11 milhões do GDF, escolas de samba se preparam para 2023

Ações como o Edital de Apoio das Atividades Carnavalescas...

Metrô fecha neste domingo (12) para manutenção corretiva

Operação será suspensa temporariamente para troca de equipamento localizado...

Igrejas reconhecem empenho do governo em atender demandas

Padres de Taguatinga, Ceilândia e Samambaia se reúnem com...