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Distrito Federal
segunda-feira, 1 março, 2021 - 04:43 AM

Caesb reaproveita cal usada no tratamento de água para pintura de unidades da Companhia

Empregados da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) foram além da produção e do tratamento de água e tiveram uma ideia inovadora: passaram a utilizar cal hidratada, que sobra no processo de correção do pH da água produzida, para pintar as unidades da Companhia. Com a iniciativa, 8 mil metros quadrados de meios-fios, blocos e paredes já foram revitalizados. A ação tem permitido, além de economia financeira para a Caesb, benefícios para o meio ambiente, já que o produto está sendo reutilizado, ao invés de ser descartado.

Na Caesb, a cal é usada no tratamento de água para reduzir possíveis efeitos de corrosão, fator indesejável quando a água é ácida. Durante o processo de extinção da cal virgem, há uma sobra da borra, que, misturada novamente à água, pode ser utilizada para pintura. O material tem sido retirado da Estação de Tratamento Rio Descoberto (ETA RD), onde são utilizados, anualmente, cerca de 200 toneladas de cal virgem.

Os responsáveis pelo projeto são o coordenador da ETA RD, José Ricardo Pereira Ramos, o analista de Sistemas de Saneamento, Maurício Assunção Cavalcante, e a coordenadora Renata Badini. Eles tiveram a colaboração da supervisora Noêmia Célia Milhomem, e da agente de Operação de Sistemas de Saneamento, Zelândia de Morais, além do apoio do gerente dos Sistemas Produtores de Água Descoberto e Brazlândia, Wellington Ribeiro Freitas.

“A Caesb, preocupada em minimizar os aspectos nocivos do uso da aplicação da cal virgem no ambiente de trabalho, tal como a geração de poeira, vem procurando outras alternativas para substituir a cal virgem, como a pintura dessas nossas unidades operacionais”, esclarece Maurício Cavalcante.

O trabalho de pintura foi feito no prédio e nos jardins da ETA RD, além das unidades de Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Vicente Pires, Riacho Fundo I e II, Recanto das Emas, Gama, Park Way, Samambaia e Santa Maria. No total, 15 trabalhadores passaram dois meses realizando o trabalho.

     Fonte: Assessoria de Comunicação – CAESB

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